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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Resumo da aula TIC 13/05/13

Na aula da última segunda-feira (13), foi dado o início as apresentações do seminário com equipes responsáveis pelos seguintes temas: O celular no cotidiano acadêmico; TIC na aprendizagem; e Tecnologia no ensino-aprendizagem.
 As equipes conseguiram repassar bem todas os temas, mas uma delas chamou muita atenção por inovar no uso das tecnologias: TIC na aprendizagem. A equipe apresentou vídeos com depoimentos de uma criança e um adolescente, ambos inseridos no universo tecnológico e defendendo a ideia de que a mesma é uma aliada forte na educação.
 Após os seminários, o professor Fernando nos deixou alguns termos citados e os encarregou de conceituá-los:
- DESAFIOS: mais especificamente desafios que precisam ser quebrados para a inserção geral de tecnologia na aprendizagem, por exemplo: falta de infraestrutura, preconceito e a falta de conhecimento.
- POSSIBILIDADES: as possibilidades se expandem quando tecnologia está em jogo. Sempre aumentam e tudo sempre se torna mais fácil.
- PLASTICIDADE CEREBRAL: nada mais é do que a capacidade do cérebro de se remoldar apartir das necessidades impostas ao próprio sujeito.
- HIPERTEXTO: O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática, pelo sistema “Xanadu”. Até então a idéia de hipertextualidade havia sido apenas manifestada pelo matemático e físico Vannevar Bush através do dispositivo “Memex”.
O hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional quando a interação passa à interatividade, em que o computador deixa de ser binário, rígido e centralizador, para oferecer ao usuário interfaces interativas. O termo interativo já pertencia ao campo das artes quando se propunha intervenção do/com apreciador, no entanto o termo interatividade passa a se associar a sistemas da informática, por fazer um contraponto à leitura/escrita das metanarrativas.
- GAMES NA EDUCAÇÃO: uma prática um tanto revolucionária e ousada se levarmos em conta que games sempre atrapalharam os estudos segundo a maioria dos pais. Mas pode sim dar certo, pois muitos jovens alegam aprender mais (principalmente idiomas) em videogames que na escola.
- SOCIEDADE LÍQUIDA: é assim chamada por se moldar de acordo com o que vivemos, é uma característica forte na sociedade pós-moderna.
- MOBILIDADE: diz respeito às possibilidades de obter conhecimento através de um clique e até mesmo um celular, objeto antes usado só para comunicação, atualmente está sendo usado para tudo, os chamados smartphones são um ótimo exemplo de mobilidade.

Encerro aqui essa postagem, abraço! 
                                              /Débora

terça-feira, 14 de maio de 2013

  Dando uma passadinha pela página da UFAL, encontrei uma matéria bem interessante sobre uma mídia bastante comum hoje em dia: a rede social Twitter.

A quem se interessar: O uso do Twitter de modo didático

sábado, 11 de maio de 2013

15 ANOS DE - EAD UFAL (Construindo e vivendo valores na educação)

                   

Evento ocorrido no auditório da reitoria,no último dia 10/05  para celebrar os 15 anos de existência do curso na universidade federal de alagoas -UFAL, onde foi relembrado alguns aspectos desdo primeiro material, da criação, da Existência nacional, até as dificuldades existentes, para aprofundar melhor o assunto foi  realizada mesas redondas para debater e detalhar alguns pontos,para isso ser possível contou com a presença de várias figuras Indispensáveis, como alguns dos primeiros alunos, alguns dos primeiros  professores, contou com a presença da ex reitora Ana Deyse e da atual Vice-Reitora Dra. Rachel Rocha, além de doutores(a) e mestres(a). 
         

# vejamos alguns momentos '  

CORUFAL



EX. REITORA  Ana Deyse


Vice Reitora  Rache Rocha 


Dr. Luis Paulo Leopoldo Mercado


Professores, mestres,doutores ... 




by : Moyza Monique 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Resumo - TIC


    Em nossa última aula, ocorrida  no dia 06/05, tivemos a oportunidade de aprender e conhecer os processos para a formação de um mapa conceitual desda estrutura até a finalização . Onde o professor Fernando C. pimentel  nos apresentou um programa  chamado de "Cmap Tools" onde o mesmo auxiliar no processo de construção do mapa, ainda na mesma aula o professor  separou equipes com diferentes textos para começarmos a utilizar o programa  e assim colocar em pratica tudo aquilo que foi indagado durante toda a aula!
      Assim concluo que é bastante importante a utilização dos mapas conceituais pois, facilita a compreensão de todo texto de maneira rápida e eficaz .






                           by : Moyza Monicky

terça-feira, 7 de maio de 2013

O USO PEDAGÓGICO DOS MAPAS CONCEITUAIS

OS MAPAS CONCEITUAIS NO CONTEXTO EDUCATIVO ATUAL 


     Diante do contexto da sociedade em que vivemos, a chamada Sociedade da Informação e do Conhecimento, podemos deduzir a necessidade de um novo paradigma educativo que atenda as suas demandas. Embora os mapas conceituais tenham surgido há mais de 30 anos, seu uso pedagógico nos parece bastante pertinente atualmente e será cada vez mais adequado a este novo contexto.
       Foi buscando uma forma mais confiavel  para avaliar o processo de aprendizagem que o cientista norte-americano Joseph Novak desenvolveu os mapas conceituais. Ao criá-los,baseou-se na teoria da aprendizagem significativa de David Ausubel, especificamente na premissa de que esta “ocorre quando a tarefa de aprendizagem implica relacionar, de forma não arbitrária e substantiva (não literal), uma nova informação a outras com as quais o aluno já esteja familiarizado, e quando o aluno adota uma estratégia correspondente, para assim proceder”. 
    Assim  Torna-se, uma aprendizagem oposta à memorística por recepção mecânica, que é predominante ainda nos dias de hoje. Essa aprendizagem capacita os alunos para construírem o seu futuro de forma criativa e construtiva, sendo mais pró-ativos que reativos.
  
 O QUE É UM MAPA CONCEITUAL? 

   
        o mapa conceitual nada mais é uma ferramenta que ajuda alunos e professores a perceber os significados da aprendizagem. Ou seja é uma ferramentas educativas que externalizam o conhecimento e melhoram o pensamento, tendo como objetivo representar relações significativas entre conceitos na forma de sentença, assim podemos dizer que um mapa conceitual é um recurso esquemático para representar um conjunto de significados conceituais incluídos numa estrutura de proposições.



Ex. de Mapas conceituais.










http://labspace.open.ac.uk/mod/resource/view.php?id=365568


                                                           by:  Moyza Monique


domingo, 5 de maio de 2013

As Tic’s no contexto da EAD : limites e possibilidades


     Diante das transformações que vêm acontecendo em nossa sociedade, podemos considerar que estamos vivendo tempos de discussão que nos permitem refletir sobre as tecnologias de informação e comunicação no contexto da Educação a Distância (EAD). A sociedade vigente caracterizada pela seletividade e dualismo pode restringir a EAD em vários pontos, que por uma legislação específica, podemos entendê-la como meio para inclusão, na qual visa a partir de um espaço interativo, troca de saberes em que deve ser potencializadas competências que possam garantir a formação de um cidadão atuante na presente sociedade. 
     A apropriação das mídias e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s), no cenário da EAD faz resignificar o conceito de conhecimento. É através das ferramentas tecnológicas, a partir de mediações atuantes que as potencialidades se afloram, o tempo e espaço, já não são mais problemas, proporcionando uma educação sem distância, sem tempo, levando o sistema educacional a assumir um papel, não só de formação de cidadãos pertencentes aquele espaço, mas a um espaço de formação inclusiva em uma sociedade de diferenças. 
     Nesse entendimento, as novas tecnologias e técnicas de ensino, bem como os estudos modernos sobre os processos de aprendizagem, fornecem recursos mais eficazes para atender e motivar os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. Porém, para muitos educadores, esses recursos ainda apresentam-se como companheiros estranhos, embora se reconheça que a sua utilização no processo está se tornando cada vez mais relevante. Assim, é necessária a presença desses recursos nos cursos de formação de professores e/ou como meio pedagógico para potencialização de competências e habilidades.






       Na EAD, a importância de um planejamento aberto a mediações cooperativas, com caráter flexível, se faz pertinente a partir de uma nova concepção do fazer pedagógico, comprometido com um espaço de trocas, em que a autonomia da construção do conhecimento assume um papel significativo ao que se refere um processo educativo consistente preocupado com a atuação de um indivíduo, totalmente, crítico-reflexivo. 
      Diante dessa realidade devemos fazer apropriação das TIC’s de forma que venham somar aos estudos até então abordados no processo pedagógico, proporcionando aos aprendizes a liberdade responsável no uso das mídias implicando o aumento da autonomia e da responsabilidade, no desenvolvimento de novas habilidades e na efetivação das interações com o próprio grupo e com as pessoas de outros meios sociais e culturais.

      Diante desta realidade, o conceito dos recursos didáticos assume um novo papel frente ao surgimento de meios tecnológicos aplicados à educação a partir da prática pedagógica planejada. Na realidade, a idéia de fazer uso das TIC’s é mais abrangente. O uso das mídias educacionais trabalhadas de forma integrada vem nortear a inserção dos sujeitos envolvidos no cenário atual, sociedade tecnológica, além de que viabiliza o processo de formação na modalidade à distância. 
      O acesso aos meios disponibilizados no espaço de EAD deve ter como princípio à atuação efetiva do sujeito envolvido no processo de ensino-aprendizagem considerando os recursos tecnológicos utilizados como meio de formação para a construção do conhecimento de um sujeito social, comprometido com o processo, ou seja, protagonista de sua própria caminhada em busca da aprendizagem, dando significado ao conhecimento construído. 


      Portanto As TIC’s propiciam novas linguagens no espaço educacional, no qual a intencionalidade tem um significado ao que se refere sua potencialidade. Vale ressaltar que oferecem meios facilitadores, os quais devem estar interligados, caso contrário, não garantirão uma postura dialética do processo de construção de uma práxis comprometida como uma nova paisagem formativa,Assim, de acordo com a perspectiva construtivista da aprendizagem é possível então construir conhecimento a partir do que já sabemos e do que somos capazes de fazer, utilizando os recursos das novas tecnologias. Logo sugerimos reflexões acerca das tecnologias de informação como meio dinamizador da aprendizagem.


     

   

  *   Aumentou o número de alunos que aderiram ao sistema de ensino a distância (EAD) no Brasil, o grupo soma mais de 3,5 milhões de estudantes!

 *  Segundo o MEC Em março de 2009, há o registro de 5.636 polos de apoio presencial vinculados a 145 instituições credenciadas para a  modalidade de educação a distância. Com as constantes adequações que vêm sendo promovidas na atividade de supervisão, as instituições têm modificado, para melhor, a qualificação de seus polos , portanto esse número consequentemente  estar alterado !
                                                            


                                                           by:  Moyza Monique

sábado, 4 de maio de 2013

“SE NÃO PODE COM O INIMIGO, JUNTE-SE A ELE”


     A sociedade do século XXI está conectada. Ou melhor, é conectada. Carregamos nossos pais, amigos, familiares e conhecidos no bolso pelo celular, ou nos nossos tablets e aparatos com conexão à Internet; nós nos divertimos com um jogo; compartilhamos imagens e damos opiniões sobre os nossos programas favoritos a qualquer hora.
     É inegável o poder das redes sociais de atrair pessoas, independentemente da classe social ou da faixa etária. Assim, a escola precisa voltar seus olhos a essas plataformas, contextualizando sua importância dentro do ambiente escolar. É impossível ignorar o Facebook, o Twitter, o Instagram e tantas outras redes em que estamos inseridos. 
     Durante muito tempo, as mídias digitais foram vistas com resistência pelos educadores. Com a popularização da internet, o panorama mudou e uma gama de novas ideias e oportunidades surgiu para a educação de nossas crianças. Hoje, as escolas enxergam as mídias sociais como grandes fontes de comunicação, que ultrapassam as quatro paredes da sala de aula e abrem um mundo a ser explorado. Facebook, Twitter, Youtube, Google Plus e tantas outras plataformas já conquistaram seu espaço dentro dos muros das escolas e provaram ser ótimas como formas de se trabalhar linguagens e formatos diferentes em um mundo digital.


       O primeiro ponto importante para esse processo foi entender que os alunos, principalmente a partir do Fundamental II, já estão inseridos nas redes sociais. Uma das barreiras a ser transpassada é a resistência dos próprios alunos em misturar o lugar onde se divertem com a escola. Por outro lado, a familiaridade com a ferramenta facilita a interação entre eles e o trabalho em equipe.
      Não basta ter uma boa ideia. É preciso justificar aos pais as atividades que serão realizadas nas redes sociais a fim de evitar comentários como: “não pago escola para meu filho ficar no Facebook”. Assim, é fundamental que o projeto pedagógico da escola seja bastante esclarecido com os pais e responsáveis.

COMO USAR AS REDES SOCIAIS NA SALA DE AULA ? 


    Antes de sair fazendo conexões na escola e instalando uma rede wi-fi, a coordenação pedagógica precisa garantir que o professor saiba lidar com as redes sociais. Assim, vale a pena investir em uma consultoria de redes sociais ou em pequenos cursos que expliquem a importância das redes sociais. Os professores precisam comprar a ideia para que o trabalho pedagógico funcione.

 MONTE UM GRUPO DE ESTUDOS COM O HANGOUT DO GOOGLE + OU TWITCAM !
(A ideia de montar um grupo de estudos e de troca de informações é uma ótima saída. Os professores podem incentivar um grupo para a Turma de alunos em que ocorra debates e outras atividades como chats. O professor pode elaborar uma videoconferência com a turma para revisar o conteúdos antes de uma prova difícil ou explicar um trabalho.)

CRIE EVENTOS E ESTIMULE O USO DO TWITTER

(Interaja com as plataformas, monte eventos de estudos, provas, atividades ou trabalhos em grupo. É uma ótima forma também de indicar eventos, viagens, peças de teatro e outras atividades culturais aos alunos. O Twitter é uma ótima ferramenta para as aulas de Redação. A limitação de caracteres ajuda os alunos a ampliar o vocabulário, procurando formas de passar suas ideias no espaço.)

DISPONIBILIZE CONTEÚDOS EXTRAS

(Indique materiais complementares como vídeos no Youtube, filmes e documentários. Vale lembrar a importância de explicar como esses materiais devem ser observados pelos alunos. A indicação é também um estímulo ao aprendizado da busca por informações. Se antes procurava-se referências em bibliotecas, hoje, os alunos têm o Google à disposição e deve aprender a selecionar as fontes de informação.)
NÃO  EXCLUA OS ALUNOS QUE ESTÃO FORA DAS REDES SOCIAIS
    Os conteúdos obrigatórios – como os exercícios que serão trabalhados em sala e alguns textos da bibliografia da disciplina – não podem estar apenas nas redes sociais (até mesmo porque legalmente, apenas pessoas com mais de 18 anos podem ter perfis na maioria das redes). “Os alunos que passam muito tempo conectados podem se utilizar desse álibi para convencer seus pais de que estão nas redes sociais porque seu professor pediu”, A mesma regra vale para as aulas de reforço. A melhor solução para esses casos é o professor fazer um blog e disponibilizar os materiais didáticos nele ou ainda publicá-los na intranet da escola para os alunos conseguirem acessar o conteúdo recomendado por meio de uma fonte oficial.Com relação aos pais, vale comunicá-los sobre a ação nas redes sociais durante as reuniões e apresentar o tipo de interação proposta com a turma.




    



                                                by:  Moyza Monique